logo IMeN

Nutrição e o processo de envelhecimento

Dr. Daniel Magnoni
Nutricionista Anna Christina Castilho

Introdução

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), idoso é todo indivíduo que ultrapasse aos 65 anos.
O Brasil e outros países em desenvolvimento estão passando por uma acelerada transição demográfica. A diminuição das taxas de mortalidade pelo aprimoramento, prevenção e tratamento das doenças está levando a um aumento na expectativa de vida1.
Em 1980, o Brasil ocupava o 10º lugar com base em sua população acima de 60 anos. De acordo com dados do IBGE, em 2000, 8% da população total tinham idade igual ou acima de 60 anos. No ano de 2025 essas pessoas passarão a representar 14% da população total brasileira, com estimativa de 31,8 milhões de idosos. O Brasil à semelhança dos demais países latino-americanos, está passando também por um processo de envelhecimento populacional2,3.
O estudo do processo de envelhecimento vem crescendo nos últimos anos e profissionais procuram e buscam cada vez mais informações sobre este processo, visando que o adulto seja um idoso sadio e independente
Hoje a terceira idade representa um custo assistencial extremamente pesado para os sistemas sociais de saúde na maioria dos países, dada a maior incidência de doenças e incapacidade física e mental dos idosos. No Brasil, esta situação é agravada, principalmente, em conseqüência da má nutrição dos idosos. Um primeiro levantamento realizado em São Paulo registrou que as principais doenças detectadas em pessoas com mais de 65 anos são: hipertensão (36%), artrite ou reumatismo (32%), varizes (28%), doenças cardiovasculares (23%) e diabetes (10%)4,5.
As condições de saúde de um idoso dependem do estilo de vida que ele adotou bem antes de passar dos 60 anos. Modificações nos hábitos alimentares e a prática de exercícios físicos podem ter grande influência sobre a qualidade e expectativa de vida. reduzindo ou retardando mudanças e doenças que surgem com o envelhecimento6. O estilo de vida saudável pode mudar esta trajetória natural e conseqüentemente, modificar o ritmo do envelhecimento do organismo.
As mudanças fisiológicas naturais do envelhecimento interferem no apetite, consumo e absorção de nutrientes1. O envelhecimento é acompanhado por uma variedade de mudanças psicológicas, econômicas e sociais que também podem afetar desfavoravelmente o estado nutricional, principalmente de proteínas e micronutrientes7.
Uma nutrição adequada é essencial à promoção, manutenção e recuperação da saúde. Entretanto, durante o envelhecimento, algumas mudanças funcionais ligadas à nutrição impedem que os idosos tenham refeições saudáveis8,9,10.

Alterações Funcionais na Terceira Idade

Sensoriais: Paladar, olfato, visão, audição e tato são as primeiras modificações observadas no envelhecimento. No que se refere ao paladar, há uma acentuada redução da quantidade das papilas gustativas por volta dos 50 anos. Com isso, ocorre uma diminuição significativa da sensibilidade ao gosto de doce e salgado. Além disso, o uso freqüente de medicamentos, comum a esta faixa etária, pode, também, afetar o paladar e provocar sensação de secura na boca. A falta de dentes, ocorrência de cáries e menor secreção salivar diminuem a capacidade de mastigação e deglutição de alimentos, resultando em ingestão inadequada de ferro, vitaminas e nutrientes em geral11,12,13. A sensibilidade olfativa também diminui com a idade, mas uma menor percepção dos odores relaciona-se com má saúde geral, desnutrição e diversas doenças14,15. A visão prejudicada, perda da audição e coordenação também são comuns.

Gastrointestinais: Detecta-se a redução do apetite e da capacidade de digerir e absorver os alimentos neste grupo em decorrência de vários fatores:
· Doenças periodontal ou próteses dentárias mal ajustadas que podem tornar o ato de comer uma experiência desagradável e dolorosa, reduzindo o consumo de alimentos ricos em fibras essenciais à prevenção da obstipação ("prisão de ventre") - queixa comum dos idosos;
· Redução da secreção salivar que leva a diminuição da capacidade de mastigar e deglutir; sendo a ingestão de nutrientes significativamente prejudicada16;
· Redução do ácido clorídrico no suco gástrico (hipocloridria), podendo causar gastrite e diminuir, a absorção de cálcio e vitamina B12 propiciando o surgimento da osteoporose e da anemia perniciosa17. Tanto em homens quanto em mulheres, a absorção intestinal de cálcio diminui com a idade avançada.

Metabólicas: No envelhecimento a perda de massa magra é progressiva e diversas funções são modificadas decorrentes desta perda como: função pulmonar, diminuição da imunidade, perda de força motora, etc. A substituição progressiva da massa corpórea magra por gordura (principalmente ao redor dos órgãos vísceras) e tecido conjuntivo é conseqüência do envelhecimento18. O metabolismo basal sofre um decréscimo em torno de 10 a 20% e as necessidades calóricas diminuem de 2 a 4% por década por causa da atividade física restrita e diminuição da massa corpórea metabolicamente ativa. Evidencia-se, ainda, menor tolerância à glicose tornando esse grupo mais susceptível a desenvolver diabete melito tipo 2.

Múscoesquelético: Ocorre perda de massa muscular, sendo a osteoporose, uma complicação freqüente em ambos os sexos devido a diminuição da densidade óssea. Ocorre encurtamento da coluna espinhal levando à diminuição da estatura. A manutenção da integridade muscular e dos ossos se faz pela atividade física19.
Cardiovascular: Os idosos tendem a apresentar elevação da pressão arterial, elevação do colesterol total e LDL (colesterol ruim) e diminuição do HDL (colesterol bom), principalmente pela redução dos exercícios físicos.

Renal: As doenças renais chegam a atingir cerca de 75% dessa população. Além disso, é comum a diminuição da sensação de sede associado a uma reduzida ingestão de água ocorrendo como conseqüência, desidratação, pele seca, maior incidência de infecção urinária, obstipação e cálculos renais.
Psicossocial: Isolamento social, depressão, mudanças da rotina diária, medo podem também contribuir para um estado nutricional deficiente.

Neurológico: Os portadores de doenças de Alzheimer, Mal de Parkison e outras afecções neurológicas degenerativas, apresentam um mal estado nutricional. A perda de peso intensa pode ser causada devido dificuldades encontradas na aquisição, preparo e deglutição dos alimentos20, 21,22,23.
Necessidades Nutricionais dos idosos

Calorias: As calorias necessárias para a obtenção/manutenção do peso desejável (35 a 40 kcal/kg para homens e 33 a 40 kcal/kg para mulheres, ambos com idade igual ou superior a 65 anos).
Proteínas: 1,0 g/kg/dia de proteína ou 12% do VCT (valor calórico total)24,25. Valores que podem ser ajustados e modificados dependendo da situação.
Carboidratos: 50% a 60% do VCT. Recomenda-se a redução do consumo de açúcares simples e o aumento do consumo dos carboidratos complexos e estimular a ingestão de fibras (frutas e vegetais).

Lipídeos: 30% a 35% do VCT sendo distribuídos em gordura saturada (<10%), gordura poliinsaturada (>10%) e gordura monoinsaturada (> 15%). O colesterol dietético deverá ser inferior a 300 mg/dia. No grupo de idosos que apresentam colesterol LDL elevado e HDL baixo, se faz necessário uma reeducação alimentar assim como a troca e substituição de alguns alimentos, como por exemplo, a troca da manteiga e margarina comum pela Becel pró active, exclusiva e efetivamente benéfica neste contexto.
Recomendações Nutricionais

Carboidratos: Preferir os complexos; arroz, pães, massas e biscoitos integrais, aveia, frutas e vegetais e evitar os simples: açúcar refinado, açúcar mascavo, mel, melaço de cana, pães, massas e biscoitos não integrais. É comum indivíduos idosos apresentarem intolerância a alguns vegetais, particularmente os flatulentos (formadores de gases) como brócolis, couve-flor, pimentão, etc. Uma dieta rica em fibras provenientes de carboidratos complexos é importante para a função e integridade intestinal25.
Proteínas: Preferir: peixes (cavala, salmão, sardinha), peito de frango, cortes magros de carnes, grãos, laticínios e seus derivados desnatados. Evitar: gorduras visíveis das carnes, pele de aves, partes escuras das aves (frango e peru), embutidos (salsichas, calabresa), carne suína, laticínios e derivados integrais.

Gorduras: Preferir: óleo de canola, girassol, de soja e azeite de oliva extra virgem. Evitar: azeite de dendê, leite de coco, frituras, bacon, banha, manteiga, toucinho.As margarinas com componentes funcionais ( Becel pro active), maior participação de monoinsaturados e isentas de gorduras trans sâo as mais recomendadas.

Micronutrientes: Uma dieta rica em alimentos nutritivos, frescos e não processados garante a ingestão adequada de nutrientes e é alternativa no combate de deficiências comuns a esta faixa etária26, 27, 28, 29, 30, 31, 32.
As necessidades de minerais que têm maior impacto com a idade são o cálcio e o ferro.
Deve-se estimular o consumo de alimentos ricos em Cálcio na prevenção da osteoporose, uma vez que fatores dietéticos podem aumentar a perda deste importante nutriente, como dietas ricas em proteína animal, excesso de sal e cafeína, além do consumo exagerado de fosfatos encontrados principalmente em bebidas gasosas e a falta ou insuficiência de vitamina D que podem impedir a absorção do cálcio.
A deficiência de zinco associa-se a diminuição da função imune, a anorexia e retardo na cicatrização de ferimentos e úlceras13.
Vitaminas:

Apresentam ação benéfica ao sistema imune e atuam como antioxidante no combate aos radicais livres como é o caso da vitamina A, E e ácido fólico, encontradas em fontes como a soja, o germe de trigo e castanhas. A produção de radicais livres pode ser aumentada na presença de uma alimentação inadequada e pouco saudável. O consumo excessivo de alimentos ricos em gordura, refinados, álcool e baixo consumo de alimentos como cereais integrais, frutas e hortaliças são hábitos amplamente relacionados com o aumento da produção dessas substâncias danosas ao organismo34.
A vitamina A, além de fundamental para o ciclo visual, atua também na manutenção da pele e das mucosas, bem como no crescimento e reprodução. É essencial para a manutenção da resistência à infecções, sendo portanto necessária para a resposta imune adequada. A vitamina E tem a capacidade de proteger as membranas celulares. Por essas características atuam contra doenças cardiovasculares, distúrbios neurológicos e câncer35. O folato tem sido notado ultimamente principalmente pela sua atuação na prevenção de doenças cardiovasculares25.
As vitaminas lipossolúveis apresentam um maior desafio em encontrar o nível adequado e evitar intoxicação. A vitamina E é a menos problemática. Até hoje não se sabe de nenhuma intoxicação com doses de até 80mg/d. Já a vitamina K é um nutriente preocupante para indivíduos que estão em terapia anticoagulante ou tomando altas doses de antibioticos ou outras drogas. Existem intoxicações. No entanto, as outras vitaminas lipossolúveis, A e D, podem não ser tão benignas.
Vitamina D é a que os idosos estão em risco de deficiência. Em geral, eles não consomem quantidades adequadas. Esta vitamina é essencial para os ossos, e também tem papel importante na função imunológica dos idosos.

Vitaminas B6 e B12 estão provavelmente muito baixas para indivíduos acima de 50 anos. A Vitamina B12 deverá ser suplementada na presença de doenças intestinais, gástricas ou pancreáticas33 A deficiência de vitaminas solúveis são devidas a má nutrição, processos crônicos e interações droga-nutrientes, álcool, fumo, e estilo de vida.
O Intitute of Medicine's Food and Nutrition Board está considerando restruturar a recomendação de nutrientes para adultos de 51 a 64, 65 a 74, 75 a 84, and 85 anos ou mais. Ate que uma nova estratégia seja desenvolvida, a recomendação de vitaminas está dividida em dois grupos, de 51 a 70 e acima de 70 anos 25.
Considerações Finais
Engana-se quem imagina que não é possível envelhecer com saúde e que todo o idoso é doente. Todos aqueles que estão nesta fase da vida devem conhecer seu organismo para identificar o que é o processo natural de envelhecimento e o que é sintoma de doença. É importante frisar que há pessoas que envelhecerão através da senescência, que é o processo natural do envelhecimento, enquanto outras sofrerão de senilidade, que configura as doenças.
É certo que as condições de saúde de um idoso dependem do estilo de vida que adotou bem antes de passar dos 60 anos e que as modificações dos hábitos alimentares e prática de exercícios, podem ter grande influência sobre a qualidade e expectativa de vida em qualquer idade. Por esse motivo que a ciência hoje tem grande interesse em relacionar estas práticas saudáveis e inteligentes a redução e retardo das mudanças e doenças que surgem com o envelhecimento.
A alimentação, desde que nutricionalmente adequada, exerce papel fundamental na promoção, manutenção e recuperação da saúde de pessoas idosas, sendo que as mudanças decorrentes do processo de envelhecimento podem ser atenuadas com umas alimentação adequada e balanceada nos aspectos dietéticos e nutritivos.
Hoje está claro que o indivíduo é agente de sua própria saúde e não mais um expectador.

Referências Bibliográficas:

1. MAGNONI D, CUKIER C. Perguntas e Respostas em Nutrição Clínica.São Paulo:
Roca, 2001.
2. RAMOS L.R et al. Perfil do idoso em área metropolitana na região sudeste do
Brasil: resultados de inquérito domiciliar. Revista da saúde Pública, v 27, p 87-
94, 1993.
3. CANÇADO F.ªX. Transformac'~oes nos padrões de mortalidade por idade e causas. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE ESPECIALISTAS MULTIDISCIPLINARES EM TERCEIRA IDADE: A POPULAÇÃO IDOSA NO BRASIL, 1, Belo Horizonte, 1992. Anais... Belo Horizonte, Fundação João Pinheiro, 1992, p 85-126.
4. BRASIL. Ministério da Saúde. Pesquisa nacional sobre saúde e nutrição: condições
nutricionais da população brasileira - adulto e idoso. Brasília, 1991. 39p.
5. MARTINS J.S, VELASQUEZ-MELANDEZ G, CERVATO A.M. Nutritional status of social groups in greater metropolitan São Paulo, Brazil. Cad. Saude Publica, v.15, n.1, p. 71-8. 1999.
6. CHERNOFF R. Nutrition and health promotion in older adults. J Gerontol a Biol
Med Sci. v 2, n 2, p 47-53, 2001.
7. DEVLIN M. The nutritional needs of the older person. Prof Nurse, v 16, n 3, p 951-
955, 2000.
8. JACOB FILHO W, SOUZA R.R. Anatomia e fisiologia do envelhecimento In: CARVALHO FILHO E.T, PAPALÉO NETTO M. Geriatria: Fundamentos, Clínica e Terapêutica. São Paulo: Atheneu, 1994, p 31-40.
9. JENSEN G.L, McGEE M, BINKLEY J. Nutrition in the elderly. Gastroenterol Clin
North Am. 30 (2): 313-34, 2001.
10. PODRABSKY, M. Nutrição e envelhecimento In: MAHAN, L.K., ARLIN, MTt,
Krause: Alimentos, nutrição e dietoterapia. 8 ed. São Paulo:Rocca, 1994, pp.
255-269.
11. MOJON P, BUDTZ-JORGENSEN E, RAPIN CH. Relationship between oral health
and nutrition in very old people. Age Ageing, v.28, n.5, p. 463-8,1999.
12. ALBERT S.M. Do family caregivers recognize malnutrition in the frail elderly? J.
Am. Geriatric Soc. , v.41, n.6, p. 617-22, 1993.
13. DORMENVAL V, MOJON P, BUDTZ-JORGENSEN E. Associations between self-assessed masticatory ability, nutritional status, prosthetic status and salivary flow rate in hospitalized elders. Oral Dis, v.5, n.1, p.32-38, 1999.
14. WYSOCKI C.J, GILBERT A.N. National Geographic smell survey: effects of age are heterogeneous. Ann NY Acad Sci 1989; 561:12-29.
15. SCHIFFMAN S. Olfaction in aging and medical disorders. In: Serby MJ, Chobor KL, eds. Science of olfaction. NY: Springer Verlag, 1992: 500-26.
16. DAVIS J, SHERER K. Applied Nutrition and Diet Therapy for Nurses. Philadelphia, WB Saunders Company, 1994.
17. RUSSELL R.M. Gastrointestinal function and aging. In Morley J, Glick Z, and Rubenstein Z (eds): geriatric Nutrition: A Comprerhensive Review. NY, Raven Press, 1990, p 231.
18. ROSEMBERG I.H. Nutrition in the elderly, Sympsosium on Nutrition and Aging. Nutr Rev 50: 349, 1992.
19. WIDDOWSON E.M. Physiological processes ofaging: Are there specialnutritional requirements for elderly people? Do Mckay's Findings apply tohumans? Am J Clin Nutr 55: 1246S, 1992.
20. ABBOTT R.A, COX M, MARKUS H, TOMKINS A. Diet, body size and micronutrient status in Parkison's disease. Eur J Clin Nutr. 1992; 46: 879-994.
21. BROUSSOLLE E, BORSON F, GONZALES J.M, CHAYVIALLE J.A, BEYLOT M, CHAZOT G. Augmentation de la dépense énergétique au cours de la maladie de Parkinson Ver Neurol 1991; 147 (1): 46-51.
22. DAVIS J and SHERER K. Applied Nutrition and Diet Therapy for Nurses. Philadelphia, W.B Saunder's Company, 1994.
23. WHITE H, PIEPER C, SCHMADER K, FILLENBAUM G. Weight change in Alzheimer's disease. J Am Geriatr Soc 1996; 44: 265-72.
24. KLEIN S, ROGERS R. Nutritional requeriments in the elderly. Gastroenterol. Clin. North Am., 19: 473-491, 1990.
25. CHERNOFF R. Normal aging, nutrition, assessment, and clinical practice. NCP, v 18, n 1, 2003.
26. MILITELLO J, COLEMAN I.J, HARAN E. Food management for the aging population, J Nutr Elder, v 15, n 2 , p 15-45, 1996.
27. ELDER J.P, WILLIAMS S.J, DREW J.A, WRIGTH B.L, BOULAN T.E. Longitudinal effects of preventive services on health behaviors among and elderly cohort. Am J Prev Med, v 11, n 6, p 354-9, 1995.
28. MIRIE W. Ageing and nutritional needs. East Afr j, v 74, n 10, p 622-4, 1997.
29. GARIBALLA S.E, SINCLAIR A.J. Nutrition ageing and ill health. Br J Nutr, v 80, n 1, p 7-23, 1998.
30. UBBINICK J.B. Should all elderly people receive folate supplements. Drug Aging, v 13, n 6, p 415-20, 1998
31. VOLKERT D, STEHLE P. Vitamin status of elderly people in Germany. Int J Vitam. Nutr. Res, v 69, n 3, p 154-9, 1999.
32. BECK ªM, OVESEN I. Modification of the Nutrition questionnaire for elderly to increase its ability to detect elderly people with inadequate intake of energy, calcium, vitamin C and vitamin D. Eur J Clin Nutr, v 53, n 7, p 560-9, 1999.
33. KENDRICK, Z.V., NESON-STEEN, S, SCAFIDI, K., Exercise, Aging and Nutrition. Southern Medical Journal 87(5):s50 -s59, 1994.
34. RIBEIRO A. Nutrição e longevidade-recentes avanços. In: Congresso Nacional, Alimentos e Equilíbrio Nutricional: Perspectivas para o século XXI, 3, São Paulo, Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição, 1993, p 26-28.
35. BIANCHI M.L.P, SILVA C.R, TIRAPEGUI J. Vitaminas. In: Nutrição-Fundamentos e Aspectos Atuais, São Paulo: Atheneu, p 66, 70, 2000.

IMeN - Instituto de Metabolismo e Nutrição
Rua Abílio Soares, 233 cj 53 • São Paulo • SP • Fone: (11) 3287-1800 • 3253-2966 • administracao@nutricaoclinica.com.br