PR 07.20 Procedimento NUTRIÇÃO PARENTERAL

5.1. Indicações gerais de nutrição parenteral:

  •  Pacientes com TGI não funcionante;
  •  Obstrução total ou parcial de TGI;
  •  Aporte enteral insuficiente para suprir as necessidades nutricionais do indivíduo adulto em período de sete dias;
  •  Jejum superior há 3 dias sem indicação de utilizar TGI;

5.2. Indicação de nutrição parenteral periférica:

  •  Administração por período inferior a 7 dias;
  •  Bolsa de nutrição  parenteral com osmolalidade máxima tolerada de 900 mOsm/L;

5.3. Indicação de passagem de acesso central para admnistração de nutrição parenteral

  •  NP por período superior a 10 dias;
  •  Bolsa de nutrição  parenteral com osmolalidade acima de 900 mOsm/L;

5.4. Tipos de nutrição parenteral

4.1. Pronta para uso:

  • deve ser utilizada por reduzido período de tempo (3-5 dias);
  • utilizar soro de manutenção em paralelo para ajuste hidroeletrolítico;
  • prescrever polivitamínico e oligoelementos intravenosos diariamente;

4.2.     Individualizada: atende as necessidades específicas do paciente.  Permite adequar oferta calórico-protéica, bem como eletrólitos;

5.4.2.1. Utilizar o sistema de prescrição do hospital visitado

5.5. Contra indicações: instabilidade hemodinâmica

5.6. Riscos:

  • flebite;
  • Infecção de cateter;
  • Controle de glicemia capilar 1 hora após a suspensão da bolsa de NP

5.7. Progressão da nutrição parenteral

5.7.1. Primeiro dia: prescrever 1/3 do VCT;

5.7.2. Segundo dia: 2/3 do VCT;

5.7.3. Terceiro dia: 100% VCT

5.8. Pacientes com risco de Sindrome de realimentação:

5.8.1. Paciente com desnutrição energético protéica;

5.8.2. Paciente com risco nutricional e jejum superior a 3 – 5 dias;

5.8.3. Fazer progressão mais lenta de NP com atenção aos eletrólitos diários

5.9. Desmame nutrição parenteral

5.9.1.   Redução da oferta calórica em 50% ao atingir 70% das necessidades diárias através de outra via de alimentação, quer seja oral e/ou enteral;