5.1. Indicações gerais de nutrição parenteral:
- Pacientes com TGI não funcionante;
- Obstrução total ou parcial de TGI;
- Aporte enteral insuficiente para suprir as necessidades nutricionais do indivíduo adulto em período de sete dias;
- Jejum superior há 3 dias sem indicação de utilizar TGI;
5.2. Indicação de nutrição parenteral periférica:
- Administração por período inferior a 7 dias;
- Bolsa de nutrição parenteral com osmolalidade máxima tolerada de 900 mOsm/L;
5.3. Indicação de passagem de acesso central para admnistração de nutrição parenteral
- NP por período superior a 10 dias;
- Bolsa de nutrição parenteral com osmolalidade acima de 900 mOsm/L;
5.4. Tipos de nutrição parenteral
4.1. Pronta para uso:
- deve ser utilizada por reduzido período de tempo (3-5 dias);
- utilizar soro de manutenção em paralelo para ajuste hidroeletrolítico;
- prescrever polivitamínico e oligoelementos intravenosos diariamente;
4.2. Individualizada: atende as necessidades específicas do paciente. Permite adequar oferta calórico-protéica, bem como eletrólitos;
5.4.2.1. Utilizar o sistema de prescrição do hospital visitado
5.5. Contra indicações: instabilidade hemodinâmica
5.6. Riscos:
- flebite;
- Infecção de cateter;
- Controle de glicemia capilar 1 hora após a suspensão da bolsa de NP
5.7. Progressão da nutrição parenteral
5.7.1. Primeiro dia: prescrever 1/3 do VCT;
5.7.2. Segundo dia: 2/3 do VCT;
5.7.3. Terceiro dia: 100% VCT
5.8. Pacientes com risco de Sindrome de realimentação:
5.8.1. Paciente com desnutrição energético protéica;
5.8.2. Paciente com risco nutricional e jejum superior a 3 – 5 dias;
5.8.3. Fazer progressão mais lenta de NP com atenção aos eletrólitos diários
5.9. Desmame nutrição parenteral
5.9.1. Redução da oferta calórica em 50% ao atingir 70% das necessidades diárias através de outra via de alimentação, quer seja oral e/ou enteral;